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QUEM APÓIA!
A cidade que eu quero é mais justa e igualitária, que valoriza os movimentos sociais e que se preocupa em combater o racismo, o machismo e todos os tipos de violência. Uma cidade mais humanitária e humanizada.
Jaime TadeuEu apóio a campanha “a cidade que eu quero” porque almejo que os servidores sejam valorizados, que tenhamos educação em tempo integral de qualidade, vagas na educação infantil para nossas crianças e acima de tudo uma população satisfeita e feliz com sua cidade!
Aline CarissimiQueremos uma cidade onde todos possam participar das decisões. Uma cidade onde todos sejam respeitados como cidadãos e cidadãs. Uma cidade onde o poder público cuide dos que mais precisam.
Sérgio Ubiratã A. FreitasA cidade que eu quero garante os mecanismos de participação popular organizada nos seus rumos, inclusive no orçamento, tendo em vista sobretudo uma inversão de prioridades, para que os últimos da sociedade sejam os primeiros.
Pe. Jaime SchmitzSomo-me aquelas/es que acreditam e lutam por uma cidade inclusiva e equânime. Portanto, a cidade que queremos precisa: ser democrática, não se restringido ao aspecto representativo e formal, mas na perspectiva que socializa riqueza material produzida, incluindo aspectos culturais e de desenvolvimento humano. Ainda, na cidade que queremos, sendo ela inclusiva e equânime, há que pensar na diversidade humana, sobretudo, no que se refere à questão de gênero, a identidade de gênero e a liberdade de orientação sexual, onde todos e todas sejam reconhecidxs como na sua singularidade e necessidades. Por fim, a cidade que queremos, reconhece e prioriza no seu plano de governo ações voltada a proteção e atenção às necessidades de crianças e adolescentes, jovens, mulheres, idosxs, população negra, pessoas em situação de rua, imigrantes, gays, lésbicas, travestis, transexuais, indígenas e outros grupos populacionais vulneráveis.
Na cidade que queremos como diria Clarice Lispector: “liberdade é pouco. O que queremos ainda não tem nome”.
Renária Moura



